quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Por amor de ti, oh Brasil - parte 1

Quando somos adolescentes começamos a sentir diferentes emoções, pensamentos, sentimentos e opiniões. É na adolescência que descobrimos os porquês da vida; é na adolescência que começamos a descobrir os nossos valores, os valores humanos; é na adolescência que nós decidimos o que seremos no futuro. Muitos têm certa dificuldade em descobrir quem é, mas isso são apenas cadeias psicológicas. Quando somos adolescentes, começamos a enxergar o mundo com mais clareza. Deixamos de ter uma visão de criança e começamos a dar os primeiros passos sozinhos. O primeiro passo pode não ter um bom resultado; assim como o segundo, o terceiro e por aí vai... Os passos dados por nós e as decisões que tomamos é o que formará a nossa reputação, caráter e personalidade. Cabe a nós escolher bem onde, quando e porque dar tal passo. Além de começarmos a dar os nossos primeiros passos, começamos a ter as nossas próprias opiniões. Política, sexo, sociedade, mundo, presente e futuro fazem parte de algumas das categorias em que essas opiniões se encontram. É bastante comum ouvir dizer: “Eu não gosto de conversar sobre política!”. Mas se você parar para pensar, verá que política é um assunto tão importante quanto os outros assuntos. É claro que se deve discutir de um modo civilizado onde todos se entendam e cheguem a uma conclusão. Conversar sobre política pode ser tão gratificante e útil que o conhecimento adquirido pode fazer com que a vontade de aprender sobre tal assunto seja maior do que o esperado, fazendo com que desperte o interesse no ramo. É conversando sobre política que descobrimos o estado em que o nosso mundo vive. É nessas conversas que a “maquiagem” do sistema político de tal lugar é desfeita revelando assim as suas imperfeições. E é nessas descobertas que nós tomamos as nossas decisões mediante aos acontecimentos.
O Brasil é um país de oportunidades e possui grande capacidade de desenvolvimento, mas cabe a cada pessoa contribuir para que o Brasil realmente seja um país de todos. A mistura de raças fez do Brasil um país com uma cultura rica e ao mesmo tempo única.
A miscigenação começou entre o índio, o africano e o português, mas logo vieram imigrantes de todas as partes do mundo como os europeus, asiáticos, judeus, árabes, etc. O resultado foi um povo alegre e aberto ao novo, como só existe no Brasil. Mas será que realmente estamos dando o devido valor a essa cultura? Será que nós estamos fazendo a nossa parte como cidadãos brasileiros e honrando aquilo que faz parte da nossa origem?

Continua...

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Ó meu amor...

Beije-me com os beijos de sua boca; pois melhor é o teu amor que o vinho. Suave é o aroma de seu perfume, como perfume derramado é o teu nome em meu coração, por isso te amo. Não me amaste por ser formoso, mas porque o sol resplandeceu sobre mim e a minha pequena luz brilhou sobre sua vida clareando aquilo que há pouco tinha sido apagado. À rosa no campo te comparo, ó amor meu. Formosa é a tua face em meio aos espinhos que a cercam. Tu és para mim como um ramalhete de rosas, posto em um vaso de cristal para resplandecer a sua beleza. Eis que és formoso o meu amor por ti. Teus olhos são como as estrelas que brilham no céu. Tua boca tão suave a comparo com o veludo. Assim como o lírio entre os espinhos, és tu meu amor entre os amores. Como a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amor entre todos; desejo muito a tua sombra, e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce e agradável ao meu paladar. Leva-me às margens de teu rio e deite-me em seu colo. Acaricia-me com sua mão direita enquanto a esquerda me sustenta. Fale-me aos ouvidos palavras doces que vem de dentro do seu coração. O inverno já se foi e eis que surge a primavera trazendo consigo as cores vindas de teus olhos. A roseira tão linda e simples demonstra o amor que tenho por ti dentro de mim. Leva-me ao lugar secreto onde a maldade ainda não alcançou, leva-me até o seu esconderijo de consolo para que possas perceber que ali habito. Como o canto dos passáros que ecoa no céu, é o meu coração que pulsa o teu nome. Como o beija-flor que beija os lírios no jardim, é a minha boca em seus lábios. Favos de mel manam de seus lábios, ó amor meu. Mel e leite estão debaixo de tua língua e o cheiro de tuas vestes são como o cheiro de oliva. Sou um jardim fechado cuidado e regado pelo teu espírito. Tu é as fonte que mana leite e mel no centro desse jardim. És a fonte que me traz vida. Suas águas serenas e frescosas escoam-se sobre a terra e alcançam os campos secos e sem vida trazendo-os novamente aquilo que lhes foi perdido.Ó amor meu, eu sou teu. Venha e regue as flores de meu jardim com a suas águas.


Te amo!

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Eu vim te visitar

Havia um homem que todos os dias ao meio-dia ele entrava em uma igreja para orar. Um certo dia, olhou o relógio e viu que era meio-dia e entrou na igreja que ele sempre visitava onde o pastor estava varrendo o templo. Ele entrou fez sua oração e foi embora.
Um dia, o pastor lhe perguntou o que fazia (pois havia objetos de valor na Igreja).

-Venho orar! respondeu o velho.
- Mas é estranho! disse o pastor. Que você consiga orar tão depressa.
- Bem. Retrucou o velho. Eu não sei recitar aquelas orações compridas, mas todo dia, ao meio-dia, eu entro na Igreja e só falo: "Oi Jesus, eu sou o Zé, vim te visitar." Num minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve.

Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital e, na enfermaria, passou a exercer uma influência sobre todos: os doentes mais tristes se tornaram alegres, muitas risadas passaram a ser ouvidas.

- Zé! Disse-lhe um dia a irmã. Os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre...
- É verdade, irmã, estou sempre tão alegre. É por causa daquela visita que recebo todo dia. Me faz tão feliz.

A irmã ficou atônita, pois já havia notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. O Zé era um velho solitário, sem ninguém.

- Que o visita? A que horas?
- Todos os dias. Respondeu Zé, com um brilho nos olhos. Todos os dias, ao meio-dia, Ele vem e fica ao pé da cama. Quando olho para Ele, Ele sorri e diz: "Oi, Zé, Eu sou Jesus, Eu vim te visitar".


Retirado do site: www.lagoinha.com