domingo, 29 de novembro de 2009

Sonho ou realidade? Em que mundo eu vivo?

Ultimamente tenho tido dias corridos e às vezes calmo (até demais). Semana passada eu hospedei um polonês que mora nos Estados Unidos. Era a primeira visita dele ao Brasil e ele a princípio ficaria distante do centro da cidade. Ele me pediu hospedagem e eu falei com a minha mãe, ela aceitou. Tudo fluiu normal e passávamos a maior parte do tempo fora de casa visitando os cartões postais da cidade. Ele gostou e muito do que viu. Alguns achavam que isso era loucura, mas eu achava que não. É seguro você hospedar um estrangeiro que você nunca viu na vida? Sim! Mas espere, quem é o estrangeiro em um país estrangeiro onde todos não falam a sua língua? Na verdade, quem corria riscos não era eu, mas ele, o estrangeiro. Eu estava em minha terra, debaixo das leis do meu país e todos entendem o que eu falo. Mas muitos não viam a situação dessa maneira. É engraçado como os outros gostam de botar você em risco mesmo que você realmente esteja em risco.
De uma forma ou de outra, tudo ocorreu bem. Fiz a minha parte como anfitrião e mais um hóspede foi embora satisfeito de sua hospedagem. Agora me sinto mais confiante em ter o meu próprio hotel.
Falando sobre isso com alguns amigos, eles ficaram preocupados, e muito. Me fizeram pensar se isso realmente vale a pena e se realmente eu devo fazer isso mais vezes. A preocupação deles foi nítida e espantosa. Eu me lembro de suas reações quando eu perguntei o que eles achavam e isso me deixou entristecido. Eles foram tão mãe comigo que se eu tivesse dado ouvidos a eles, eu teria perdido um ótimo fim de semana.
Hoje tive a oportunidade de conhecer novas pessoas membros do CouchSurfing em um apartamento em Botafogo. Eu estava super contente em poder ter a chance de ir, e o meu nome estava na lista, mas conversando com uma amiga, eu resolvi que era melhor eu ficar em casa. Foi difícil ter que enviar um email pedindo desculpas ao anfitrião por não poder ir, mas eu consegui. Após isso eu penso: Será que estou fazendo a coisa certa em conhecer pessoas da internet que nunca vi; passear com elas no Rio de Janeiro; hospedá-las? Será que a minha vontade de ter um hotel está me deixando cego para os perigos que corro ou estou sendo apenas um jovem que está começando a viver agora e precisa de história para contar?
Será que estou sendo louco em fazer a única coisa que me dá diversão?

domingo, 8 de novembro de 2009

Um dia de sol

Após uma noite quente, acordo suando. As cigarras cantam como se estivessem em ma ópera, mais um dia quente começa. O dia foi como todos os outros da semana, com sol e muito calor. Eu tinha acabado de acordar e mesmo assim já estava suando como se eu estivesse acordado há bastante tempo. Levanto-me e vou para o banheiro para escovar a boca e sem pensar duas vezes, corro para o chuveiro para tomar um banho. Feito isto, a praia começa a me chamar. O dia ensolarado e quente estava convidativo e a vontade foi crescendo, até que tomo a decisão e chamo meus primos que tiveram a mesma idéia. Há muito tempo que não ia à praia durante o fim de semana por ser o dia em que as praias ficam cheias e o metrô também, mas ontem deixei de lado esta limitação e fui. E foi ótimo! O sol brilhando no céu azul e quase sem nuvem para atrapalhar dava a impressão de um típico dia de verão, mas para a nossa surpresa, ainda estamos na primavera. Com a temperatura em torno dos 40ºC e a areia quente, não tive outra opção a não ser tirar a roupa e correr para a água. Eu pensava q estaría gelada pelo fato de estar fazendo um calor forte, mas para a minha surpresa, a água estava ótima. Eu parecia um peixe, não saia dela. As ondas boas e não tão fortes; a água limpa e clara; o sol forte e o céu azul. Tudo estava do jeito que eu gosto. Da água, via-se ele, o famoso Cristo abraçando a cidade. Tive pena dele olhando a cidade cercada pelo mar debaixo de um sol forte mas sem poder descer daquela montanha para dar um mergulho. Ainda bem que não trabalho nos fins de semana, mas o Cristo tadinho, tem que ficar de pé todos os dias para alageria dos turistas. Mas uma coisa é certa, ganhando bem até eu ficaria. LOL
Mas de volta a praia, o cenário tornou-se explêndido. Porém, o dia poderia ter sido melhor. Senti falta dos amigos comigo. Tenho certeza de que eles gostariam de ter a mesma chance que estava tendo naquele momento, apenas relaxar e curtir mais um dia de sol. A saudade dos que estão longe bateu forte, principalmente dos mais distantes e frios lugares.
Hoje o dia não foi diferente, a não ser pelas nuvens que começam a cobrir o céu. Mas mesmo assim gostaria de ir à praia novamente, preciso retocar a maquiagem. LOL

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Um simples desabafo

Nem tudo são flores. A vida é cheia de mistérios e nós nunca saberemos o que pode acontecer à nós algum dia. Nos relacionamentos, às vezes ela é falsa. Lhe traz um amor que corresponde ao que você estava esperando encontrar em alguém. No começo tudo é uma maravilha. O casal se ama; trocam palavras de carinho; se beijam; enfim, curtem aquele (ou aquela) que faz o coração bater mais forte, mas depois com o tempo, aquilo que era bonito e afetivo começa a ter os seus primeiros obstáculos: as discussões. É óbvio que não há relação sem que haja pelo menos uma discussão entre o casal. Algumas são tão fortes que acabam destruindo aquilo que um dia foi o refúgio do coração solitário. Comigo não é diferente. Não quero dizer que acabei a minha relação, NÃO. Pelo contrário, apenas escrevo neste blog o que estou sentindo no momento. Após 8 meses, e perto dos 9, começo a enfrentar os setimentos que fazem com que eu entre em certas dezafenças com quem amo. Tento o máximo possível evitar esse tipo de sentimento pelo fato de o meu relacionamento ser difícil. Afinal de contas, para namorar à distância você precisa mais do que amor.
Ontem não tive um dia muito bom, por isso escrevo estas palavras. Me sinto um idiota fazendo isso, mas o teclado de meu computador é o único que realmente me escuta da maneira que eu gosto.
Não sei se você está lendo este texto baby, mas quero que saiba que não é da minha vontade lhe deixar. Me desculpe se sou infantil às vezes, principalmente ciumento, mas eu te amo e não quero te perder. Você é a única pessoa neste mundo que faz o meu coração bater mais forte e sempre será.

Nunca se esqueça de mim, pois eu NUNCA me esquecerei de você.

Te amo muito

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Está chegando a hora...

Preciso do meu próprio espaço. Antes eu tolerava porque era dependente, agora isso já passou dos limites.
Por mais que haja conversa entre nós; por mais que tentemos entender um ao outro, as nossas diferenças nos atrapalham e creio que já está chegando a hora em que cada um seguirá o seu próprio rumo.
Me sinto sufocado e preso à você e isto me faz mal. Me sinto impossibilitado de voar alto pelo fato de ter você aos meus pés me puxando para baixo. Você nunca entenderá a minha mente assim como nunca entenderei a sua. Somos semelhantes, mas completamente diferentes.
Não estou mais conseguindo viver com você ao meu lado. A sua presença já está se tornando algo cansativo, e o seu jeito de ser a sua personalidade me irritam a cada vez mais.
Acho que já está na hora de ter o meu próprio espaço.