terça-feira, 9 de setembro de 2008

A praça das lembranças

Sentado na praça, escrevo um poema.
Com as suas lembranças em minha mente,
as palavras parecem saltar de meus lábios.
A sua pele tão macia me faz lembrar do papel em minhas mãos.
A cor dos seus olhos, comparo às cores que alegram o meu dia nesta hora.
A cada linha, um novo sentimento.
A cada parágrafo, uma nova emoção.
A cada frase, um novo coração.
Vendo pessoas indo e vindo, com suas vidas sendo vividas,
páro para não apenas viver a vida, e sim sentí-la.
Sentí-la através daquilo que passamos juntos e que iríamos passar.
O vento batendo em meus cabelos,
faz-me lembrar da vez em que lhe sussurrei aos ouvidos palavras doces.
Que dia maravilhoso! Você foi o calor que aquecia o meu corpo naquele dia frio.
Sinto sua falta, dia após dia.
A vida nos separou e hoje vejo que eu era apenas um brinquedo em suas mãos.
Foi bom enquanto durou, mas sinceramente,
não devería nem ter começado.